Tenho tudo para ser feliz, no entanto há períodos desta minha vida que, sem razão aparente, me sinto o mais infeliz dos seres.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Amo-te!
Amo-te e não imagino futuro sem a tua provocação constante, sem o teu apoio, sem a tua amizade, sem as tuas manias que me fazem rir, sem os teus vícios, sem o teu amor.
Não imagino o amanhã sem ti.
És metade da minha alma. A metade sã. A metade de que me orgulho. A metade que me faz falta.
Amo-te!
Mas o amor, a estabilização da relação com o tempo, a certeza de que também me amas, acabou por amornar aquela explosão que acontecia inicialmente quando nos tocávamos. Aquela que surge fulminante quando fazemos as pazes após uma discussão.
Sinto falta daquele medo que me esquecesses, que me trocasses por outra mais interessante. Daquela incerteza do amanhã.
Não desejo mais ninguém, nem há sequer alguém que consiga chutar-te das minhas entrenhas, mas ... tenho saudades da arte da sedução, da conquista, dos olhares envergonhados que se cruzam.
Se tentasse escrever um romance, diria que tenho saudades das borbeletas na barriga.
Ainda assim, não vou procurar sentir noutros braços estas sensações perdidas. Antes prefiro provocar uma discussão inútil. ;)
Amo-te.
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